Recorde Brasileiro de Freefly 2009
Recorde 13-way é estabelecido nos céus de Boituva com a organização da Fly Factory, e promoveu uma nova safra de freefliers
Por Rodrigo “Calota” Queiroz
Fotos: Rick Neves e Luciano “Lucho” Bacqué  
Em sua terceira edição, o Recorde Brasileiro de Freefly teve novamente Cláudio Knippel como organizador. No primeiro, um 9-way realizado em Campinas, SP, em 2004 a uma altura de lançamento de 13.500 pés, o grupo contou com a presença de João Tambor e do Superman, que não participaram dos outros dois. Já no segundo recorde, realizado em Boituva, SP, em 2007, a altura de lançamento foi de apenas 12.000 pés. Porém, com a presença de vários atletas experientes, e uma base que foi preparada e treinada com meses de antecedência. Esse evento ocorreu quase simultaneamente com a entrada de Eslin Saldanha e Paulão Perinni no staff da Fly Factory. À época, todos estavam quentes e treinados. Já no segundo salto, fecharam o recorde, um 12-way.
Essa terceira edição foi sem dúvida um projeto mais desafiador, pois atletas como Flavio “Meia” Santoro (que machucou a clavícula), Eric Belga, Marcus Trotta e Matheus Gandolfi, não participaram do elenco. Assim, o grande diferencial dessa vez, foi a galera nova participante deste recorde.
A base de um recorde precisa ser rápida e com pessoas de vôo sólido, geralmente os maiores e os mais pesados. Isso deve torná-la capaz de absorver a energia que os floaters e stingers podem transferir para a peça. Já o trabalho dos floaters e stingers deve ser o mais preciso possível, transferindo o mínimo de energia para a formação, fazendo com que os grips sejam como “shock absorvers”, isto é, capazes de absorver um eventual vacilo de alguém que chegue mais forte. Na verdade todos temos de ter um vôo sólido e preciso. O suficiente para fazer os grips na ponta dos dedos.
Um dos maiores problemas que o organizador Claudião (Knippel) enfrentou, foi acertar a base, peça fundamental para que o salto acontecesse. Ele não pôde contar com o “Meia”, e essa simples substituição se tornou um grande problema a princípio. Os dois dias marcados pra fazer os try outs, programados para uma semana de antecedência do recorde, resumiram-se a uma tarde pois, o Paulão, que hoje é residente na França, e estava há seis meses sem saltar, não pôde comparecer no sábado. Foram realizados vários testes, com as pessoas maiores - mais e menos experientes - mas não foi possível acertar a base como o esperado, o que aumentou bastante a adrenalina de todos os participantes. Então, na semana do recorde, todos foram convocados.
O dia do Jump

A “responsa”, assim, estava concentrada na pessoa do Claudião , que remanejava as pessoas em função da mudança da base e convidava quem ainda não havia tido a oportunidade de tentar. Foi muito importante a participação do...

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